Quando você compra um alimento agroecológico, sua comida fica mais saborosa. Não é à toa que bons chefes de cozinha o preferem ao insosso convencional. As substâncias químicas ficam fora do seu prato porque o orgânico é produzido sem inseticidas, herbicidas e fungicidas tóxicos, fertilizantes químicos ou aditivos que contaminam a terra, a água, o ar, os bichos, o alimento e o homem que planta e o que come.
Cerca de um milhão de agricultores são envenenados por agrotóxicos todos os anos no mundo. O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do planeta, mais de um bilhão de litros de veneno foram jogados nas lavouras desde 2009. Os agrotóxicos causam câncer, problemas hormonais e neurológicos, depressão, doenças na pele, diarreia, vômito, desmaio, dor de cabeça, contaminação do leite materno. Quando uma criança completa oito anos de idade, já recebeu a dose máxima aceitável para uma vida inteira de oito pesticidas que causam câncer.
Portanto, optar por orgânicos é proteger as futuras gerações. E a qualidade da água, pois o veneno usado nas lavouras contamina lençois freáticos e córregos. Isso já acontece no Aquífero Guarani, nossa maior reserva de água doce. Mas o maior estrago dos venenos não é ambiental. Eles criam populações doentes, deficientes no pensar, no sentir e no agir. Alimento foi feito pra fazer a gente pensar e isso é muito mais do que encher o bucho e ganhar forças para matar o leão do dia.
A cultura do fumo cria doentes mentais no campo, que se contaminam com agrotóxicos e desenvolvem uma doença pelo contato cutâneo com a nicotina. São reféns de um sistema perverso, que oferece crédito, assistência técnica e garantia de compra de toda a safra a um preço bem caro. Tão dependentes como os fumantes, os fumicultores não conseguem enxergar o cultivo de outra coisa além da maldita planta e planejar a diversificação da lavoura.
O cultivo agroecológico ajuda a refazer o solo degradado pela monocultura industrial ao reverter a perda anual de bilhões de toneladas de terra fértil. Isso porque os agricultores usam compostos naturais e coberturas verde para tornar o solo vivo e saudável, transmitindo essa qualidade ao alimento. Restaura a biodiversidade ao criar ecossistemas fortes, equilibrados com culturas mistas, em vez da monocultura, mais sensível a pragas e doenças. O solo tratado com substâncias químicas libera grande quantidade de gás carbônico, gás metano e óxido nitroso, comparsas do aquecimento global e é sabido também que mais energia é consumida para produzir fertilizantes sintéticos, à base de petróleo, do que para plantar e colher todas as safras do mundo inteiro.
O que se gasta comprando orgânicos se economiza na farmácia. Um estudo americano mostra que eles contém duas vezes e meia mais minerais do que o alimento produzido artificialmente, mesmo aqueles enriquecidos com vitaminas e modificados para repor os nutrientes destruídos durante o processamento. Além disso, os orgânicos são a forma mais econômica de comida, já que um pé de alface convencional, que custa 50 centavos, deve ter acrescido o custo dos danos ambientais e de saúde, ainda pouco visíveis, e passará a custar quatro vezes mais.
Se a agroecologia é uma via transformadora de um sistema danoso e falido, por que ela caminha a passos tão lentos? Em primeiro lugar, precisa de políticas públicas consistentes, isenções fiscais e programas de financiamento e que favoreçam a transição da cultura convencional para sistemas agroecológicos.
Atualmente, esse tipo de incentivo está voltado para o agronegócio das commodities. É importante identificar os elos do mercado e apoiar a comercialização e o acesso aos produtos por meio de feiras, compras institucionais, fazer valer a Lei da Merenda Escolar, que determina que 30% deve vir da agricultura familiar. Ações isoladas, um projeto aqui outro acolá, como acontecem hoje em dia, até parecem brincadeira de criança. E por falar nelas, a agroecologia deveria fazer parte do programa curricular escolar a fim de promover um novo entendimento sobre produção e abastecimento de alimento de qualidade real e superior. Deve ser feira durante a educação formal e em tempo hábil, e não de forma técnica, como acontece hoje. Diz o ditado que é de pequeno que se torce o pepino.
No campo, os jovens rurais enfrentam dificuldades em manter a tradição familiar e inovar, em conseguir financiamento e manter contato com o mundo, afinal. Eles querem internet e telefone no campo, incentivos para empreender, trocar, mostrar que sua terra não é aquele lugar atrasado, ao contrário, é rica em beleza de paisagens naturais e em saberes e fazeres cultivados e melhorados por gerações.
O mundo rural está perdendo seus jovens por muito pouco, para serem ajudantes de pedreiro ou garçons, deixando para trás recursos preciosos que não estão nas cidades. Não é substituindo o homem por máquinas e a diversidade por linhas homogêneas de alface envenenado que vamos criar a visão de um campo próspero e abundante.
Não falo somente de renda, pois a nova classe C rural, com renda domiciliar de R$ 1.126 a R$ 4.854, cresceu 72% desde 2003. Digo em criar um ambiente sadio, pacífico, aprazível e atrativo na roça, capaz de oferecer condição de harmonia entre as famílias e a satisfação do consumidor que pode acessar alimentos de qualidade verdadeira. Num futuro breve, no campo ou na cidade, todos seremos agricultores, direta ou indiretamente, integral ou parcialmente.
Por Tatiana Achcar
SAÚDE HOLÍSTICA E MEIO AMBIENTE
sábado, 15 de outubro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
O QUE ACONTECEU COM O NASCER DO SOL !
Canção da Terra-Tradução de Earth Song
O que aconteceu com o nascer do sol?
O que aconteceu com a chuva?
O que aconteceu com todas as coisas,
Que você disse que iríamos ganhar?
O que aconteceu com os campos de extermínio?
Essa é a hora.
O que aconteceu com todas as coisas,
Que você disse que eram nossas?
Você já parou para pensar em
Todo o sangue derramado antes de nós?
Você já parou para pensar que
A Terra e os mares estão chorando?
Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh
O que fizemos para o mundo?
Olhe o que fizemos.
O que aconteceu com toda a paz?
Que você prometeu a seu único filho?
O que aconteceu com os campos floridos?
Essa é a hora.
O que aconteceu com todos os sonhos
Que você disse serem nossos?
Você já parou pra pensar,
Sobre todas as crianças mortas pela a guerra?
Você já parou para pensar que
A Terra e os mares estão chorando?
Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh
Eu costumava sonhar
Costumava viajar além das estrelas
Agora já não sei onde estamos
Embora saiba que fomos muitos longe
Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh
O que aconteceu com o passado?
(O que aconteceu conosco?)
O que aconteceu com os mares?
(O que aconteceu conosco?)
O céu está caindo
(O que aconteceu conosco?)
Não consigo nem respirar
(O que aconteceu conosco?)
E a apatia?
(O que aconteceu conosco?)
Eu preciso de você.
(O que aconteceu conosco?)
E o valor da natureza?
(ooo, ooo)
É o ventre do nosso planeta.
(O que aconteceu conosco?)
E os animais?
(O que aconteceu conosco?)
Fizemos de reinados, poeira.
(O que aconteceu conosco?)
E os elefantes?
(O que aconteceu conosco?)
Perdemos a confiança deles?
(O que aconteceu conosco?)
E as baleias chorando?
(O que aconteceu conosco?)
Estamos destruindo os mares
(O que aconteceu conosco?)
E as florestas?
(ooo, ooo)
Queimadas, apesar dos apelos
(O que aconteceu conosco?)
E a terra prometida?
(O que aconteceu conosco?)
Dilacerada pela ganância
(O que aconteceu conosco?)
E o homem comum?
(O que aconteceu conosco?)
Não podemos libertá-lo?
(O que aconteceu conosco?)
E as crianças morrendo?
(O que aconteceu conosco?)
Não consegue ouvi-las chorar?
(O que aconteceu conosco?)
O que fizemos de errado?
(ooo, ooo)
Alguém me fale o porquê
(O que aconteceu conosco?)
E os bebês?
(O que aconteceu conosco?)
E os dias?
(O que aconteceu conosco?)
E toda a alegria?
(O que aconteceu conosco?)
E o homem?
(O que aconteceu conosco?)
O homem chorando?
(O que aconteceu conosco?)
E Abraão?
(O que aconteceu conosco?)
E a morte de novo?
(ooo, ooo)
A gente se importa?
Aaaaaaaaah Oooooooooh
Aaaaaaaaah Oooooooooh
SAÚDE, ESTILO DE VIDA E MEIO AMBIENTE !
Definições
Quando a Organização Mundial da Saúde foi criada, pouco após o fim da Segunda Guerra Mundial, havia uma preocupação em traçar uma definição positiva de saúde, que incluiria fatores como alimentação, atividade física, acesso ao sistema de saúde e etc. O "bem-estar social" da definição veio de uma preocupação com a devastação causada pela guerra, assim como de um otimismo em relação à paz mundial — a Guerra Fria ainda não tinha começado. A OMS foi ainda a primeira organização internacional de saúde a considerar-se responsável pela saúde mental, e não apenas pela saúde do corpo.
A definição adotada pela OMS tem sido alvo de inúmeras críticas desde então. Definir a saúde como um estado de completo bem-estar faz com que a saúde seja algo ideal, inatingível, e assim a definição não pode ser usada como meta pelos serviços de saúde. Alguns afirmam ainda que a definição teria possibilitado uma medicalização da existência humana, assim como abusos por parte do Estado a título de promoção de saúde.
Por outro lado, a definição utópica de saúde é útil como um horizonte para os serviços de saúde por estimular a priorização das ações. A definição pouco restritiva dá liberdade necessária para ações em todos os níveis da organização social.
Christopher Boorse definiu em 1977 a saúde como a simples ausência de doença; pretendia apresentar uma definição "naturalista". Em 1981, Leon Kass questionou que o bem-estar mental fosse parte do campo da saúde; sua definição de saúde foi: "o bem-funcionar de um organismo como um todo", ou ainda "uma actividade do organismo vivo de acordo com suas excelências específicas." Lennart Nordenfelt definiu em 2001 a saúde como um estado físico e mental em que é possível alcançar todas as metas vitais, dadas as circunstâncias.
As definições acima têm seus méritos, mas provavelmente a segunda definição mais citada também é da OMS, mais especificamente do Escritório Regional Europeu: A medida em que um indivíduo ou grupo é capaz, por um lado, de realizar aspirações e satisfazer necessidades e, por outro, de lidar com o meio ambiente. A saúde é, portanto, vista como um recurso para a vida diária, não o objetivo dela; abranger os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas, é um conceito positivo.
Essa visão funcional da saúde interessa muito aos profissionais de saúde pública, incluindo-se aí os médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e os engenheiros sanitaristas, e de atenção primária à saúde, pois pode ser usada de forma a melhorar a eqüidade dos serviços de saúde e de saneamento básico, ou seja prover cuidados de acordo com as necessidades de cada indivíduo ou grupo.
O Alameda County Study analisa a relação entre estilo de vida e saúde. Descobriu que as pessoas podem melhorar sua saúde através de exercício, sono suficiente, mantendo um peso saudável, limitando o uso de álcool e evitando fumar.[2]
Um dos principais factores ambientais que afetam a saúde é a qualidade da água, especialmente para a saúde dos lactentes e das crianças em países em desenvolvimento.[3]
Estudos mostram que em países desenvolvidos, a falta de espaços de lazer no bairro que inclua o ambiente natural conduz a níveis mais baixos de satisfação nesses bairros e níveis mais elevados de obesidade e, portanto, menor bem-estar geral.[4] Por isso, os benefícios psicológicos positivos do espaço natural em aglomerações urbanas devem ser levados em conta nas políticas públicas e de uso da terra.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os principais determinantes da saúde incluem o ambiente social e econômico, o ambiente físico e as características e comportamentos individuais da pessoa.[5] Em geral, o contexto em que um indivíduo vive é de grande importância na sua qualidade de vida e em seu estado de saúde. O ambiente social e econômico são fatores essenciais na determinação do estado de saúde dos indivíduos dado o fato de que altos níveis educacionais estão relacionados com um alto padrão de vida, bem como uma maior renda. Geralmente, as pessoas que terminam o ensino superior têm maior probabilidade de conseguir um emprego melhor e, portanto, são menos propensas ao estresse em comparação com indivíduos com baixa escolaridade.
O ambiente físico é talvez o fator mais importante que deve ser considerado na classificação do estado de saúde de um indivíduo. Isso inclui fatores como água e ar limpos, casas, comunidades e estradas seguras, todos contribuindo para a boa saúde.[5]
A percepção de saúde varia muito entre as diferentes culturas, assim quanto as crenças sobre o que traz ou retira a saúde. A OMS define ainda a Engenharia sanitária como sendo um conjunto de tecnologias que promovem o bem-estar físico, mental e social. Sabe-se que sem o saneamento básico (sistemas de água, de esgotos sanitários e de limpeza urbana) a saúde pública fica completamente prejudicada.
A OMS reconhece ainda que a cada unidade monetária (dólar, euro, real, etc.) dispendida em saneamento economiza-se cerca de quatro a cinco unidades em sistemas de saúde (postos, hospitais, tratamentos,etc.) e que cerca de 80% das doenças mundiais são causadas por falta de água potável suficiente para atender as populações. Fonte:Wikipedia.
Quando a Organização Mundial da Saúde foi criada, pouco após o fim da Segunda Guerra Mundial, havia uma preocupação em traçar uma definição positiva de saúde, que incluiria fatores como alimentação, atividade física, acesso ao sistema de saúde e etc. O "bem-estar social" da definição veio de uma preocupação com a devastação causada pela guerra, assim como de um otimismo em relação à paz mundial — a Guerra Fria ainda não tinha começado. A OMS foi ainda a primeira organização internacional de saúde a considerar-se responsável pela saúde mental, e não apenas pela saúde do corpo.
A definição adotada pela OMS tem sido alvo de inúmeras críticas desde então. Definir a saúde como um estado de completo bem-estar faz com que a saúde seja algo ideal, inatingível, e assim a definição não pode ser usada como meta pelos serviços de saúde. Alguns afirmam ainda que a definição teria possibilitado uma medicalização da existência humana, assim como abusos por parte do Estado a título de promoção de saúde.
Por outro lado, a definição utópica de saúde é útil como um horizonte para os serviços de saúde por estimular a priorização das ações. A definição pouco restritiva dá liberdade necessária para ações em todos os níveis da organização social.
Christopher Boorse definiu em 1977 a saúde como a simples ausência de doença; pretendia apresentar uma definição "naturalista". Em 1981, Leon Kass questionou que o bem-estar mental fosse parte do campo da saúde; sua definição de saúde foi: "o bem-funcionar de um organismo como um todo", ou ainda "uma actividade do organismo vivo de acordo com suas excelências específicas." Lennart Nordenfelt definiu em 2001 a saúde como um estado físico e mental em que é possível alcançar todas as metas vitais, dadas as circunstâncias.
As definições acima têm seus méritos, mas provavelmente a segunda definição mais citada também é da OMS, mais especificamente do Escritório Regional Europeu: A medida em que um indivíduo ou grupo é capaz, por um lado, de realizar aspirações e satisfazer necessidades e, por outro, de lidar com o meio ambiente. A saúde é, portanto, vista como um recurso para a vida diária, não o objetivo dela; abranger os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas, é um conceito positivo.
Essa visão funcional da saúde interessa muito aos profissionais de saúde pública, incluindo-se aí os médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e os engenheiros sanitaristas, e de atenção primária à saúde, pois pode ser usada de forma a melhorar a eqüidade dos serviços de saúde e de saneamento básico, ou seja prover cuidados de acordo com as necessidades de cada indivíduo ou grupo.
Determinantes da saúde
O relatório Lalonde sugere que existem quatro determinantes gerais de saúde, incluindo biologia humana, ambiente, estilo de vida e assistência médica.[1] Assim, a saúde é mantida e melhorada, não só através da promoção e aplicação da ciência da saúde, mas também através dos esforços e opções de vida inteligentes do indivíduo e da sociedade.O Alameda County Study analisa a relação entre estilo de vida e saúde. Descobriu que as pessoas podem melhorar sua saúde através de exercício, sono suficiente, mantendo um peso saudável, limitando o uso de álcool e evitando fumar.[2]
Um dos principais factores ambientais que afetam a saúde é a qualidade da água, especialmente para a saúde dos lactentes e das crianças em países em desenvolvimento.[3]
Estudos mostram que em países desenvolvidos, a falta de espaços de lazer no bairro que inclua o ambiente natural conduz a níveis mais baixos de satisfação nesses bairros e níveis mais elevados de obesidade e, portanto, menor bem-estar geral.[4] Por isso, os benefícios psicológicos positivos do espaço natural em aglomerações urbanas devem ser levados em conta nas políticas públicas e de uso da terra.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os principais determinantes da saúde incluem o ambiente social e econômico, o ambiente físico e as características e comportamentos individuais da pessoa.[5] Em geral, o contexto em que um indivíduo vive é de grande importância na sua qualidade de vida e em seu estado de saúde. O ambiente social e econômico são fatores essenciais na determinação do estado de saúde dos indivíduos dado o fato de que altos níveis educacionais estão relacionados com um alto padrão de vida, bem como uma maior renda. Geralmente, as pessoas que terminam o ensino superior têm maior probabilidade de conseguir um emprego melhor e, portanto, são menos propensas ao estresse em comparação com indivíduos com baixa escolaridade.
O ambiente físico é talvez o fator mais importante que deve ser considerado na classificação do estado de saúde de um indivíduo. Isso inclui fatores como água e ar limpos, casas, comunidades e estradas seguras, todos contribuindo para a boa saúde.[5]
A percepção de saúde varia muito entre as diferentes culturas, assim quanto as crenças sobre o que traz ou retira a saúde. A OMS define ainda a Engenharia sanitária como sendo um conjunto de tecnologias que promovem o bem-estar físico, mental e social. Sabe-se que sem o saneamento básico (sistemas de água, de esgotos sanitários e de limpeza urbana) a saúde pública fica completamente prejudicada.
A OMS reconhece ainda que a cada unidade monetária (dólar, euro, real, etc.) dispendida em saneamento economiza-se cerca de quatro a cinco unidades em sistemas de saúde (postos, hospitais, tratamentos,etc.) e que cerca de 80% das doenças mundiais são causadas por falta de água potável suficiente para atender as populações. Fonte:Wikipedia.
domingo, 28 de agosto de 2011
ECOLOGIA PROFUNDA
A Ecologia Profunda foi proposta pelo filósofo norueguês Arne Naess em 1973 como uma resposta a visão dominante sobre o uso dos recursos naturais. Arne Naes se inclui na tradição de pensamento ecológico-filosófico de Henry Thoreau, proposto em Walden, e de Aldo Leopold, na sua Ética da Terra. Denominou de Ecologia Profunda por demonstrar claramente a sua distinção frente ao paradigma dominante. no Brasil, nesta mesma época, o Prof. José Lutzemberger já propunha idéias semelhantes e desencadeava o movimento ecológico brasileiro com a criação da AGAPAN (Associação Gaucha de Proteção ao Ambiente Natural).
O quadro abaixo demonstra, pelo menos em parte, as propostas de Arne Naess e as suas diferenças frente a visão de mundo predominante.
F
Ecologia profunda
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Conceito proposto pelo filósofo e ecologista norueguês Arne Næss em 1973, a Ecologia Profunda é um conceito filosófico que vê a humanidade como mais um fio na teia da vida. Cada elemento da natureza, inclusive a humanidade, deve ser preservado e respeitado para garantir o equilíbrio do sistema da biosfera.
Enquanto a ecologia seria um estudo das interações entre os seres vivos e destes com o ambiente, a Ecologia Profunda é uma forma de pensar e agir, dentro da ecologia ou de qualquer outra atividade.
O conceito foi proposto como uma resposta ao paradigma dominante e à visão dominante sobre o uso dos recursos naturais.
Influências
A ecologia profunda possui influência do pensamento de Gandhi, Thoreau, Rousseau, Aldo Leopoldo e muitos outros.Arne Naess era também estudioso do Budismo e de filosofias orientais, influências marcantes no modo de agir do ecologista profundo. É sensível a influência que a filosofia taoista exerceu sobre todo o movimento ecológico.
É notável também que diversas sociedades humanas, especialmente indígenas, praticavam uma vida de acordo com este modo de ver e agir a respeito da biosfera. A definição mais recorrente de Ecologia Profunda se dá justamente por meio do discurso do índio norte-americano Chefe Seattle. Em sua carta ao presidente Franklin Pierce, ele afirma:
"De uma coisa sabemos. A terra não pertence, ao homem: é o homem que pertence à terra. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a trama da vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo o que ele fizer à trama, a si próprio fará."
Pelo lado científico, há grande influência de novas descobertas científicas como a teoria da complexidade e a teoria do caos. Baseia-se em novas formas científicas de pensar, conhecidas como pensamento sistêmico.
[editar] Definição de autores
Nas palavras de Fritjof Capra: "O ambientalismo superficial é antropocêntrico. Vê o homem acima ou fora da natureza, como fonte de todo valor, e atribui a natureza um valor apenas instrumental ou de uso. A Ecologia Profunda não separa do ambiente natural o ser humano nem qualquer outro ser. Vê o mundo como uma teia de fenômenos essencialmente inter-relacionados e interdependentes.Ela reconhece que estamos todos inseridos nos processos cíclicos da natureza e somos dependentes deles"A introdução do livro "A Vida Secreta da Natureza", de Carlos Cardoso Aveline, define assim a Ecologia Profunda: "A natureza, cuja evolução é eterna, possui valor em si mesma, independentemente da utilidade econômica que tem para o ser humano que vive nela. Esta ideia central define a chamada ecologia profunda – cuja influência é hoje cada vez maior – e expressa a percepção prática de que o homem é parte inseparável, física, psicológica e espiritualmente, do ambiente em que vive".
Ver também
SAÚDE HOLÍSTICA E MEIO AMBIENTE
A PROPOSTA DESTE BLOG É DE CRIAR ESPAÇO PARA DIVULGAR ASSUNTOS RELACIONADOS AO TEMA: SAÚDE HOLÍSTICA E MEIO AMBIENTE,TENDO COMO OBJETIVO A MELHORA DA QUALIDADE DE VIDA E CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA,E ENTENDER QUE SOMOS PEQUENOS GRÃOS DE AREIA NO INFINITO,E DEVEMOS ESTAR ATENTOS PARA COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO MUNDO QUE SE ENCONTRA AO NOSSO REDOR, E A RESPONSABILIDADE QUE TEMOS PARA COM NOSSA ECOLOGIA INTERNA E ESTERNA, UM MICROCOSMO DENTRO DO MACROCOSMO,E A TERRA COMO UMA GRANDE MÃE(GAIA) QUE NOS ACOLHE COM TODA SUA GENEROSIDADE,PORÉM CAPAZ DE RESPONDER AOS NOSSOS AFAGOS E A NOSSOS INSULTOS.ASSISTIMOS O ESPETÁCULO DA VIDA COM UM CERTO ESPANTO PELAS ATROCIDADES QUE SE COMETEM CONTRA NATUREZA.ASSIM NOS INSPIRANDO EM FRANCISCO DE ASSIS,ELEVEMOS O NOSSO CORAÇÃO E AGRADECEMOS A DEUS TODAS AS FONTES DE VIDA NA TERRA. BRINDEMOS O AMOR INCONDICIONAL,O RESPEITO AO QUE NOS FOI DADO PELAS INSPIRAÇÕES DIVINAS,E ASSUMIR A RESPONSABILIDADE PELO CAOS EM QUE NOS ENCONTRAMOS,E OS DESAFIOS QUE A VIDA NOS IMPÕE NESSA REDE COMPLEXA DO MUNDO GLOBALIZADO.A TRANSFORMAÇÃO OCORRERÁ PELO AMOR A DEUS E À NATUREZA E O AFAGO AO PRÓXIMO QUE SOFRE AS VICISSITUDES DA VIDA TERRENA. MARCELO MUNDIM
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